|
Recursos
Hídricos
Água
A
água pura (H2O) é um líquido formado por
móleculas de hidrogênio e oxigênio. Na
natureza, ela é composta por gases como oxigênio,
dióxido de carbono e nitrogênio, dissolvidos
entre as moléculas de água. Também fazem parte
desta solução líquida sais, como nitratos,
cloretos e carbonatos; elementos sólidos, poeira e
areia podem ser carregados em suspensão. Outras
substâncias químicas dão cor e gosto
à agua. Ions podem causar uma reação
químicamente alcalina ou ácida. As temperaturas
apresentam variação de acordo com a profundidade
e com o local onde a água é encontrada, constituindo-se
em fatores que influenciam no comportamento químico.
Subentende-se água como sendo um elemento da natureza, recurso
renovável, encontrado em três estados
físicos: sólido (gelo), gasoso (vapor) e líquido.
As
águas utilizadas para consumo humano e para as atividades
sócio-econômicas são retiradas de rios,
lagos, represas e aqüíferos, também conhecidos
como águas interiores.
Classificação Mundial das Águas |
|
Água doce |
com apresentação de teor de sólidos totais dissolvidos (STD) inferior a 1.000 mg/l. |
|
Salobras |
com STD entre 1.000 e 10.000 mg/l. |
|
Salgadas |
com mais 10.000 mg/l |
|
Origem
geológica e biológica
A vida surgiu no planeta há mais ou menos 3,5 bilhões de
anos. Desde então, a biosfera modifica o ambiente para
uma melhor adaptação. Em função das
condições de temperatura e pressão que passaram a
ocorrer na Terra, houve um acúmulo de água em
sua superfície, nos estados líquido e sólido,
formando-se assim o ciclo hidrológico.
Os
continentes representam a litosfera; a água existente na Terra
forma a hidrosfera; cada um dos pólos (Ártico e
Antártico) e os cumes das montanhas mais altas
apresentam um cobertura de gelo e neve denominada criosfera; a
massa de ar que cobre a Terra é chamada de atmosfera, e a vida
existente no planeta forma a biosfera.
O
oxigênio tem por propriedade ser reativo, ou seja, unir-se a
quase todos os outros tipos de átomos: o
hidrogênio, o carbono e um grande número de
metais e metalóides. Em conseqüência a este fato,
quando a Terra se formou, não havia oxigênio
livre na atmosfera primitiva, mas somente óxidos
voláteis, como gás carbônico, água e outros
compostos de hidrogênio, como metano e amoníaco.
Volume
de água
A quantidade total de água na Terra é distribuída
da seguinte maneira:
-
97,5%
de oceanos e mares;
-
2,5
de água doce;
-
68,9%
(da quantidade geral de água doce) formam as
calotas polares, geleiras e neves eternas que cobrem os
cumes das montanhas altas da Terra;
-
29,9%
restantes de água doce constituem as águas
subterrâneas
-
0,9% respondem pela umidade do solo e pela água
dos pântanos
Características
da água
A caracterização da água começa a
se compor ainda em seu trajeto atmosférico. As partículas
sólidas e os gases atmosféricos de várias origens
são dissolvidos pelas águas que caem sobre a
superfície da Terra em forma de chuva, neblina ou neve.
Contudo,
muitas destas características são alteradas mesmo que
inconscientemente pelo homem. O uso intensivo de insumos
químicos na agricultura, a poluição
gerada pelas indústrias e pelos grandes centros urbanos
concentram alguns gases na água das chuvas, resultando
na chamada chuva ácida, causadora de danos ao ambiente
natural e antrópico. Isso ocasiona também a escassez
de água para consumo, fazendo com que os aspectos qualitativos
da água sejam cada vez mais preocupantes nas
regiões muito povoadas.
As fontes hídricas são abundantes, porém mal
distribuídas na superfície do planeta. Em
algumas áreas, as retiradas são bem maiores que a oferta,
causando um desequilíbrio nos recursos hídricos
disponíveis. Essa situação tem acarretado
uma limitação em termos de desenvolvimento para algumas
regiões, restringindo o atendimento às necessidades
humanas e degradando ecossistemas aquáticos. Os
recursos hídricos são de fundamental importância
no desenvolvimentno de diversas atividades econômicas. A
água pode representar até 90% da
composição física das plantas; a falta de
água pode destruir lavouras.
Na indústria, as quantidades de água necessárias
são superiores ao volume produzido. A
utilização de métodos para o tratamento da
água é viável; porém, podem
produzir problemas cujas soluções são
difíceis, pois que afetam a qualidade do meio ambiente,
a saúde pública e outros serviços. Por
sua vez, as águas das bacias hidrográficas não
são confiáveis e recomendáveis para o
consumo da população por não possuírem as
características padrões de qualidade ambiental.
As fontes
hídricas são abundantes porém, mal
distribuídas na superfície do planeta. Em algumas
áreas, as retiradas são bem maiores que a oferta,
causando um desequilíbrio nos recursos hídricos
disponíveis. Essa situação tem acarretado uma
limitação em termos de desenvolvimento para algumas
regiões, restringindo o atendimento às necessidades
humanas e degradando ecossistemas aquáticos. Os recursos
hídricos são de fundamental importância no
desenvolvimentno de diversas atividades econômicas. A
água pode representar até 90% da
composição física das plantas; a falta de
água pode destruir lavouras; na indústria as
quantidades de água necessárias são superiores
ao volume produzido.
Água no Brasil

A interação do quadro
climático com os aspectos geológicos dominam os
excedentes hídricos que alimentam uma das mais extensas e densas
redes de rios perenes do mundo.
Em três grandes unidades hidrográficas:
Amazonas, São Francisco e Paraná estão
concentrados cerca de 80% da produção hídrica do
país. Estas bacias cobrem cerca de 72% do
território brasileiro, dando-se destaque à Bacia
Amazônica, que possui cerca de 57% da superfície do
País.
Embora tamanha quantidade de água doce, há um
grave problema de abastecimento no País, que é
devido ao crescimento das localidades e à
degradação da qualidade da água. O baixo
nível tecnológico-organizacional está em
condições primárias de uso, recebendo a
contribuição da ocupação rural, que aumenta
o desmatamento das bacias hidrográficas. O grande
desenvolvimento dos processos erosivos do solo faz com que
haja um empobrecimento de pastagens nativas e
redução das reservas de águas do solo, assim
produzindo a queda da produtividade natural.
O conhecimento das variações de tempo,
espaço das chuvas, descargas dos rios, de fatores
ambientais, sócio-culturais, condições de uso e
conservação dos seus recursos naturais permitem
planejar, evitar ou atenuar os efeitos do excesso ou da falta
de água.
O Brasil possui a maior disponibilidade hídrica do planeta, ou
seja, 13,8% do deflúvio médio mundial.
| Regiões |
Oferta (Deflúvio médio) -1998
|
Consumo
|
Total (Km3/ano)
|
Per capita (m3/hab/ano)
|
Total (Km3/ano)
|
Per capita (m3/hab/ano) |
| África |
3 996 |
5 133.05 |
145.14 |
202 |
| América do Norte |
5 308.60 |
17 458.02 |
512.43 |
1798 |
| América Central |
1 056.67 |
8 084.08 |
96.01 |
916 |
| América do Sul |
10 080.91 |
30 374.34 |
106.21 |
335 |
| Brasil |
5 744.91 |
30 374.34 |
36.47 |
246 |
| Ásia |
13 206.74 |
3 679.91 |
1633.85 |
542 |
| Europa |
6 234.56 |
8 547.91 |
455.29 |
625 |
| Oceania |
1 614.25 |
54 794.64 |
16.73 |
591 |
| Mundo |
41 497.73 |
6 998.12 |
3240 |
645 |
|
Fonte:
WRI, 1998c e ANEEL, 1999.
Hidrografia do Brasil

A rede hidrográfica brasileira é constituída por
rios navegados em corrente livre e por hidrovias geradas pela
canalização de trechos de rios, além de
extensos lagos isolados, criados pela construção de
barragens para fins exclusivos de geração
hidrelétrica.
Alguns dos rios da Amazônia e do Centro-Oeste foram melhorados
pela dragagem de seus baixios, mas a maioria dos rios
navegáveis destas regiões são naturais.
Nas regiões Sudeste e Sul, vários rios foram canalizados,
o que permitiu o aumento da capacidade de tráfego
dessas hidrovias e da confiabilidade do transporte fluvial.
A rede hidrográfica brasileira tem elevadas
condições de umidade na maior parte do
território nacional, sendo considerada como a mais densa do
planeta.
Algumas
características da hidrografia do Brasil
-
Rica
em rios, mas pobres em lagos.
-
O
regime de alimentação dos rios brasileiros é
pluvial, não se registrando a ocorrência de
regimes nival ou glacial, sendo apenas o Rio Amazonas um
dependente do derretimento da neve da Cordilheira do Andes, mas
a sua alimentação provém basicamente de chuvas. O
período das cheias dos rios brasileiros é no
verão, com algumas exceções no litoral do
nordeste.
-
Grande
parte desses rios é perene; apenas alguns que nascem no
sertão nordestino são intermitentes.
-
O destino dos rios
brasileiros é exorréico, ou seja, desagua no mar.
Devido ás elevadas altitudes na porção ocidental
da América do Sul, os rios brasileiros vão
todos desaguar no Oceano Atlântico. Mesmo os que
correm para oeste fazem a curva ou desaguam em outro rio que
irá em direção ao oceano.
-
Na
produção de energia elétrica, o uso dos rios
é muito grande. Aproximadamente cerca de 90% da
eletricidade brasileira provém dos rios. Seu potencial
hidráulico vem de quedas d’água e corredeiras,
dificultando a navegabilidade desses mesmos rios. Na
construção da maioria das usinas hidrelétricas,
não foi levado em conta a possibilidade futura de
navegação, dificultando o transporte
hidroviário.
Bacias
Hidrográficas
É a área ocupada por um rio principal e todos os seus
tributários, cujos limites constituem as vertentes, que
por sua vez limitam outras bacias. No Brasil, a
predominância do clima úmido propicia uma rede
hidrográfica numerosa e formada por rios com grande
volume de água.
As bacias hidrográficas brasileiras são formadas a partir
de três grandes divisores:
-
Planalto
Brasileiro
-
Planalto
das Guianas
-
Cordilheira
dos Andes
Ressaltam-se oito grandes bacias hidrográficas existentes no
território brasileiro; a do Rio Amazonas, do Rio
Tocantins, do Atlântico Sul, trechos Norte e Nordeste,
do Rio São Francisco, as do Atlântico Sul, trecho
leste, a do Rio Paraná, a do Rio Paraguai e as do
Atlântico Sul, trecho Sudeste.
Bacias
Hidrográficas Brasileiras
|
Bacia Hidrográfica |
Área
(103Km2) |
% |
População |
Vazão
(m3/s) |
Disponibilidade Hídrica
(Km3/ano) |
|
Em 1996 |
% |
|
Amazonas |
3900 |
45,8 |
6.687.893 |
4,3 |
133.380 |
4.206,27 |
|
Tocantins |
757 |
8,9 |
3.503.365 |
2,2 |
11.800 |
372,12 |
|
Atlântico Norte |
76 |
0,9 |
406.324 |
0,3 |
3.660 |
115,42 |
|
Atlântico Nordeste |
953 |
11,2 |
30.846.744 |
19,6 |
5.390 |
169,98 |
|
São Francisco |
634 |
7,4 |
11.734.966 |
7,5 |
2.850 |
89,98 |
|
Atlântico Leste 1 |
242 |
2,8 |
11.681.868 |
7,4 |
680 |
21,44 |
|
Atlântico Leste 2 |
303 |
3,6 |
24.198.545 |
15,4 |
3.670 |
115,74 |
|
Paraguai |
368 |
4,3 |
1.820.569 |
1,2 |
1.290 |
40,68 |
|
Paraná |
877 |
10,3 |
49.294.540 |
31,8 |
11.000 |
346,90 |
|
Uruguai |
178 |
2,1 |
3.837.972 |
2,4 |
4.150 |
130,87 |
|
Atlântico Sudeste |
224 |
2,6 |
12.427.377 |
7,9 |
4.300 |
135,60 |
|
Brasil |
8512 |
100 |
157.070.163 |
100 |
182.170 |
5.744,91 |
|
Fonte:Superintendência
de Estudos e Informações Hidrológicas – ANEEL;
População
– IBGE, 1998
Dados
referentes à área situada em territórios brasileiro.
Bacia
Amazônica
É a maior superfície drenada do mundo. O Rio Amazonas,
dependendo da nascente, é considerado o segundo (6.557
Km) ou o primeiro rio mais extenso do mundo. É o rio de
maior vazão de água (100.000 m3/s), depositando
aproximadamente 15% dos débitos fluviais totais do
mundo. Possui uma largura média de 4 a 5 Km, podendo
atingir mais de 10 Km em alguns pontos. Nasce na planície
de La Raya, no Peru, com o nome de Vilcanota, desce as montanhas,
recebendo os nomes de Ucaiali, Urubanda e
Marañón. No território brasileiro, recebe
o nome de Solimões e, a partir da confluência com o Rio
Negro, próximo a Manaus, é chamado de Amazonas.
Dos seus mais de 7 mil afluentes, os principais são:
Negro, Trombetas e Jari (margem esquerda); Madeira, Xingu e
Tapajós (margem direita).
A Bacia Amazônica possui cerca de 23.000 Km navegáveis,
podendo atingir a Bacia Platina, a Bacia de São
Francisco, a Bacia do Orenoco, na Venezuela, e o Rio Madalena,
na Colômbia. Hoje, a travessia dessas e de outras passagens
naturais ainda é difícil, mas vislumbra-se o dia em que
será possível atravessar praticamente todo o
continente sul americano.
A pesca fluvial apresenta um enorme potencial ainda pouco explorado.
Sabe-se da existência de inúmeras espécies
de peixes com aproveitamento econômico viável.
Bacia
do Tocantins
Com
803.250 Km² de área ocupada, é a maior bacia em
território nacional. O principal rio é o
Tocantins, que nasce em GO, nas confluências dos Rios
Maranón e Paraná, desaguando na foz do Rio Amazonas.
É aproveitado pela Usina Hidrelétrica de
Tucuruí, PA.
Bacia do Paraná
Pertence a uma bacia maior, não estando totalmente em
território brasileiro, banhando também a
Argentina e o Paraguai. No Brasil ocupa 10,1% da área
do país. O Rio Paraná nasce da união dos Rios
Paranaíba e Grande, na divisa MS/MG/SP; possui o maior
potencial hidrelétrico instalado no país, com
destaque para a Usina Binacional de Itaipu, fronteira com o Paraguai.
Os principais afluentes do Rio Paraná estão na margem
esquerda: Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Na margem
direita, recebe como principais afluentes os Rios
Suruí, Verde e Pardo.
Além do potencial hidrelétrico, a Bacia do Paraná
é utilizada para navegação, em trechos que
estarão interligados no futuro com a
construção de canais e eclusas.
Bacia
do Uruguai
É formada pela união dos Rios Canoas e Pelotas, correndo
em direção oeste, nas divisas dos estados de SC e RS, e
em direção ao Sul, na fronteira do Rio Grande do Sul com
Argentina. Os principais afluentes são os Rios do Peixe,
Chapecó, Ijuí e Turvo.
Tanto para a navegação como para hidrelétrica, a
utilização é pequena em função da
irregularidade da sua vazão e topografia do terreno.
Bacia do São Francisco
Nasce em MG, na Serra da Canastra, a mais de 1000m de altitude,
atravessa o Estado da Bahia e banha as divisas dos Estados de
Pernambuco, Alagoas e Sergipe, uma região basicamente
semi-árida.
É um rio de planalto; todavia, possui cerca de 2.000 Km
navegáveis. Possui bom potencial hidrelétrico e
nele está situado a Usina de Paulo Afonso, BA.
Atualmente suas águas estão sendo desviadas para
irrigação.
Bacia
do Norte – Nordeste
Por onde correm os rios do Meio – Norte do país (Maranhão
e Piauí), tais como o Paranaíba, o Gurupi,
Pindaré, Mearim e Itapicuru. Integrante também
dessa bacia os rios intermitentes ou temporários do
sertão nordestino: o Jaguaribe, Acaraú, Apodi,
Piranhas, Capibaribe, e outros.
Bacia
do Leste
É formada principalmente pelos Rios Jequitinhonha, Doce,
Itapicuru e Paraíba do Sul.
Bacia
do Sudeste – Sul
Entrecortada pelos Rios Ribeira do Iguape, Itajaí, Tubarão
e Jacuí (que se denomina Guaíba em Porto Alegre).
Hidrovias no Brasil

Hoje,
a navegação fluvial no Brasil está numa
posição inferior em relação aos
outros sistemas de transportes. É o sistema de menor
participação no transporte de mercadoria no
Brasil. Isto ocorre devido a vários fatores. Muitos rios
do Brasil são de planalto, por exemplo, apresentando-se
encachoeirados, portanto, dificultam a
navegação. É o caso dos rios Tietê,
Paraná, Grande, São Francisco e outros. Outro
motivo são os rios de planície facilmente
navegáveis (Amazonas e Paraguai), os quais encontram-se
afastados dos grandes centros econômicos do Brasil.
Nos
últimos anos têm sido realizadas várias obras, com
o intuito de tornar os rios brasileiros navegáveis.
Eclusas são construídas para superar as
diferenças de nível das águas nas barragens das
usinas hidrelétricas. É o caso da eclusa de
Barra Bonita no rio Tietê e da eclusa de Jupiá no
rio Paraná, já prontas.
Existe
também um projeto de ligação da Bacia
Amazônica à Bacia do Paraná. É a
hidrovia de Contorno, que permitirá a ligação da
região Norte do Brasil às regiões
Centro-Oeste, Sudeste e Sul, caso implantado. O seu significado
econômico e social é de grande importância, pois
permitirá um transporte de baixo custo.
O
Porto de Manaus, situado à margem esquerda do rio
Negro, é o porto fluvial de maior movimento do Brasil e
com melhor infra-estrutura. Outro porto fluvial relevante
é o de Corumbá, no rio Paraguai, por onde é
escoado o minério de manganês extraído de
uma área próxima da cidade de Corumbá.
Transporte
Hidroviário
O Brasil tem mais de 4 mil quilômetros de costa
atlântica navegável e milhares de
quilômetros de rios. Apesar de boa parte dos rios
navegáveis estarem na Amazônia, o transporte
nessa região não tem grande importância
econômica, por não haver nessa parte do
País mercados produtores e consumidores de peso.
Os trechos hidroviários mais importantes, do ponto de vista
econômico, encontram-se no Sudeste e no Sul do
País. O pleno aproveitamento de outras vias navegáveis
dependem da construção de eclusas, pequenas obras de
dragagem e, principalmente, de portos que possibilitem a
integração intermodal. Entre as principais
hidrovias brasileiras, destacam-se duas: Hidrovia
Tietê-Paraná e a Hidrovia Taguari -Guaíba.
Principais
hidrovias
Hidrovia
Araguaia-Tocantins
A
Bacia do Tocantins é a maior bacia localizada
inteiramente no Brasil. Durante as cheias, seu principal rio,
o Tocantins, é navegável numa extensão de
1.900 km, entre as cidades de Belém, no Pará, e Peixes,
em Goiás, e seu potencial hidrelétrico é
parcialmente aproveitado na Usina de Tucuruí, no
Pará. O Araguaia cruza o Estado de Tocantins de norte a sul e
é navegável num trecho de 1.100 km. A
construção da Hidrovia Araguaia-Tocantins visa
criar um corredor de transporte intermodal na região Norte.
Hidrovia
São Francisco
Entre
a Serra da Canastra, onde nasce, em Minas Gerais, e sua foz, na divisa
de Sergipe e Alagoas, o "Velho Chico", como é conhecido o maior
rio situado inteiramente em território brasileiro,
é o grande fornecedor de água da região
semi-árida do Nordeste. Seu principal trecho navegável
situa-se entre as cidades de Pirapora, em Minas Gerais, e
Juazeiro, na Bahia, num trecho de 1.300 quilômetros.
Nele estão instaladas as usinas hidrelétricas de
Paulo Afonso e Sobradinho, na Bahia; Moxotó, em Alagoas; e
Três Marias, em Minas Gerais. Os principais projetos em
execução ao longo do rio visam melhorar a
navegabilidade e permitir a navegação noturna.
Hidrovia
da Madeira
O rio Madeira é um dos principais afluentes da margem
direita do Amazonas. A hidrovia, com as novas obras realizadas
para permitir a navegação noturna, está
em operação desde abril de 1997. As obras ainda em
andamento visam baratear o escoamento de grãos no Norte
e no Centro-oeste.
Hidrovia
Tietê-Paraná
Esta via possui enorme importância econômica por permitir o
transporte de grãos e outras mercadorias de três
estados: Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo.
Ela possui 1.250 quilômetros navegáveis, sendo 450 no rio
Tietê, em São Paulo, e 800 no rio Paraná,
na divisa de São Paulo com o Mato Grosso do Sul e na
fronteira do Paraná com o Paraguai e a Argentina. Para
operacionalizar esses 1.250 quilômetros, há
necessidade de conclusão de eclusa na represa de
Jupiá para que os dois trechos se conectem.
Taguari-Guaíba
Com 686 quilômetros de extensão, no Rio Grande do Sul, esta
é a principal hidrovia brasileira em termos de carga
transportada. É operada por uma frota de 72
embarcações, que podem movimentar um total de 130 mil
toneladas. Os principais produtos transportados na hidrovia
são grãos e óleos. Uma de suas
importantes características é ser bem servida de
terminais intermodais, o que facilita o transbordo das cargas.
No que diz respeito ao tráfego, outras hidrovias
possuem mais importância local, principalmente no transporte
de passageiros e no abastecimento de localidades ribeirinhas.
Mapa: Administrações
Hidroviárias no Brasil
Hidrelétricas no Brasil

A
Rede Hidrometeorológica Nacional, conforme dados da
Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL,
é composta hoje por 5.138 estações, das
quais 2.234 pluviométricas, 1.874 fluviométricas
e 1.030 de outros tipos, como sedimentométricas,
telemétricas, de qualidade das águas,
evaporimétricas e climatológicas.
A energia elétrica atende a cerca de 92% dos domicílios
no país. A produção de energia é realizada
por usinas hidrelétricas e termoelétricas, sendo que as
usinas hidrelétricas respondem, por cerca de 97% da energia
elétrica gerada.
Principais
hidrelétricas do Brasil:
| Usina |
Localização |
Capacidade (MW) |
REGIÃO NORTE |
| Tucuruí |
Rio Tocantins |
3.980 |
| Balbina |
Rio Uatumã |
250 |
REGIÃO NORDESTE |
| Paulo Afonso |
Rio São Francisco |
2.460 |
| Sobradinho |
Rio São Francisco |
1.050 |
| Moxotó |
Rio São Francisco |
439,2 |
| Itaparica |
Rio São Francisco |
1.500 |
| Xingó |
Rio São Francisco |
3000 |
REGIÃO SUDESTE |
| São Simão |
Rio Paranaíba |
1.715 |
| Nova Ponte |
Rio Araguari |
510 |
| Água Vermelha |
Rio Grande |
1.380 |
| Três Irmãos |
Rio Tietê |
808 |
| Emborcação |
Rio Paranaíba |
1.192 |
| Ilha Solteira |
Rio Paraná |
3.230 |
| Porto Primavera |
Rio Paraná |
1.854 |
| Jaguara |
Rio Grande |
425,6 |
| Três Marias |
Rio São Francisco |
387,6 |
REGIÃO SUL |
|
Foz do Areia |
Rio Iguaçu |
2.511 |
|
Capivara |
Rio Paranapanema |
640 |
|
Itaipu |
Rio Paraná |
12.600 |
|
Parigot de Souza |
Rio Capivari |
246,96 |
|
Itaúba |
Rio Jacuí |
625 |
|
Salto Osório |
Rio Iguaçu |
1.050 |
REGIÃO CENTRO-OESTE |
|
Ilha Solteira |
Rio Paraná |
3.230 |
|
Itumbiara |
Rio Paranaiba |
2.080 |
|
Jupiá |
Rio Paraná |
1.411,2 |
|
Fonte: CEMIG
Águas Subterrâneas

A utilização das águas
subterrâneas tem crescido de forma significativa nos
últimos tempos, inclusive no Brasil. Há um
acréscimo contínuo do número de empresas
privadas e órgãos públicos com
atuação na pesquisa e captação de
recursos hídricos subterrâneos. Mais que uma reserva de
água, as águas subterrâneas devem ser
consideradas como um meio de acelerar o desenvolvimento
econômico e social de regiões extremamente carentes, e de
todo o Brasil.
No Brasil, as secas são fenômenos freqüentes que
acarretam graves problemas sociais e econômicos, como no
Polígono das Secas, e também nas regiões
Centro-oeste, Sul e Sudeste. Desta forma, a exploração de
águas subterrâneas tem aumentado
significativamente. Vários núcleos urbanos abastecem-se
de água subterrânea de forma exclusiva ou complementar.
Indústrias, propriedades rurais, escolas, hospitais e
outros estabelecimentos utilizam água de poços
rasos e artesianos.
A exploração da água subterrânea está
condicionada a três fatores: quantidade (condutividade
hidráulica, coeficiente de armazenamento de terrenos);
qualidade (composição de rochas, condições
climáticas e renovação das águas);
econômico (depende da profundidade do aqüífero e das
condições de bombeamento).
Reservas
de águas subterrâneas do Brasil:
|
Domínios
Aquiferos
|
Áreas
(Km)
|
Sistemas
Aquíferos Principais
|
Volumes
Estocados (Km3) |
| Embasamento
Aflorante |
600.000 |
Zonas
Fraturadas |
80 |
| Embasamento
alterado |
4.000.000 |
Manto
de intemperismo e/ou fraturas |
10.000 |
| Bacia
Sedimentar Amazonas |
1.300.000 |
Depósitos
Clásticos |
32.500 |
| Bacia
Sedimentar do Maranhão |
700.000 |
Corda-Grajaú,
Motuca, Poti-Piauí, Cabeças e Serra grande |
17.500 |
| Bacia
Sedimentar Potiguar-Recife |
23.000 |
Grupo
Barreiras, Jandaíra, Açu e Beberibe |
230 |
| Bacia
Sedimentar Alagoas-Sergipe |
10.000 |
Grupo
Barreiras; Murieba |
100 |
| Bacia
Sedimentar Jatobá-Tucano-Recôncavo |
56.000 |
Marizal,
São Sebastião, Tacaratu |
840 |
| Bacia
Sedimentar Paraná (Brasil) |
1.000.000 |
Bauru-Caiuá,
Serra Geral, Botucatu-Pirambóia-Rio do Rastro, Aquidauana |
50.400 |
| Depósitos
diversos |
823.000 |
Aluviões,
dunas |
411 |
| Total |
8.512.000 |
--- |
112.000 |
|
Fonte:
ANEEL, 1999.
No Brasil, estima-se que existam mais de 200.000 poços tubulares
em atividade (irrigação, pecuária,
abastecimento de indústrias, condomínios, etc.),
mas o maior volume de água ainda é destinado ao
abastecimento público. Os estados com maior
número de poços são: São Paulo, Bahia, Rio
Grande do Sul, Ceará e Piauí. Em algumas
áreas, as águas subterrâneas são
intensamente aproveitadas e constituem o recurso mais
importante de água doce.
Águas
subterrâneas na Região Sul
Compreende
os Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A
combinação de fatores geológicos e
climáticos favoreceu uma estrutura favorável ao
armazenamento de água subterrânea, sendo a Bacia do
Paraná um dos maiores reservatórios de
água subterrânea do mundo.
Embora
esta região possua tal potencial, o aproveitamento de
água subterrânea é feito visando o
abastecimento público de pequenas comunidades do meio
rural e no suporte do abastecimento de cidades de porte médio.
-
Paraná: 80% das cidades pequenas (20% da
população do estado) são atendidas
com água do subsolo.
-
Santa
Catarina: 95% da população é abastecida com
água de superfície; a água
subterrânea é utilizada apenas no meio
rural.
-
Rio
Grande do Sul: 55% de mais de
300 locais com sistema de abastecimento são atendidos
total ou parcialmente com água subterrânea.
Águas
subterrâneas na Região Sudeste
Os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo
e Minas Gerais fazem parte desta região.
Da conformação geológica da região e da
diversidade das condições climáticas e
fisiográficas resultaram sistemas aqüíferos dos tipo
poroso, fissural e cárstico, com características
hidrogeológicas muito distintas.
O emprego das águas subterrâneas na irrigação
e na indústria ainda é muito pequeno se
comparado ao abastecimento público. Ainda são largamente
utilizadas no abastecimento de hotéis,
condomínios, colégios e postos de gasolina.
Os volumes de água subterrânea disponibilizados
através dos poços tubulares distribuem-se
irregularmente pela região.
-
São
Paulo: cerca de 70% dos locais é abastecido a partir de
manancial subterrâneo. Hoje a disponibilidade de poços
tubulares é cerca de 40.000
-
Rio
de Janeiro: conta com 2.000 poços tubulares; em algumas
regiões do Estado do Rio, como a Baixada Fluminense, a
utilização industrial das águas
subterrâneas é significativa
-
Espírito
Santo: possui cerca de 600 poços tubulares para a
captação da água subterrânea,
sen- do esta pouco utilizada no abastecimento
público e em outras atividades sociais e econômicas
-
Minas
Gerais: cerca de 7.900 poços. Há a
participação das águas
subterrâneas nas sedes mu- nicipais e distritos e
também no meio rural. Como exemplo, há o Projeto de
Irrigação do Jaíba, no Vale do Rio Verde Grande
(MG).
Águas
subterrâneas na Região Nordeste
O
“Polígono das Secas”, denominação de parte desta
área, caracteriza-se por uma escassez de recursos
hídricos de superfície, devido às baixas
precipitações pluviométricas e à alta
evapotranspiração (aproximadamente 90%). O
domínio das rochas cristalinas e crisalofilianas, predominantes
do clima semi-árido, está sujeito a diversidades
climáticas caracterizadas por irregularidades na
distribuição das chuvas.
Existem, atualmente, cerca de 60.000 poços tubulares em
funcionamento no Nordeste. Também é comum, na
zona rural, o atendimento de pequenas comunidades
através de chafarizes abastecidos por poços.
Pode-se afirmar que prevalece o abastecimento público, inclusive
nas grandes cidades como Maceió e Natal, inteiramente
abastecidas por água subterrânea, e Recife, com
20% de sua demanda. Nos Estados do Piauí e Maranhão, o
percentual de aproveitamento de água subterrânea
ultrapassa os 80%. O uso da água subterrânea na
irrigação vem tomando força em vários
pontos do Nordeste, como Mossoró (RN), Piauí,
Pernambuco e Bahia.
Águas
subterrâneas na Região Centro-Oeste
Abrange
o Distrito Federal e os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato
Grosso do Sul. Na maior parte da província do
Centro-Oeste e em áreas do escudo Central, os sistemas
aqüíferos fissurados encontram-se recobertos por
sedimentos cenozóicos e paleozóicos que constituem,
muitas vezes, importantes aqüíferos.
As águas subterrâneas têm sido utilizadas
significativamente, principalmente nas áreas de
influência dos grandes centros urbanos, como Brasília,
Campo Grande e Dourados.
- Distrito
Federal: possui uma grande quantidade de poços tubulares.
A água subterrânea é utili- zada também
no abastecimento doméstico e de pequenas comunidades
- Goiás:
cerca de 30% dos locais são atendidos com água
subterrânea. A maior parte das indús- trias
está localizada na Bacia do Rio Paranaíba,
sendo estas, abastecidas principalmente por á- gua
de superfície. Destacam-se nesta região as
águas termais e minerais, intensamente aproveitadas pelo
turismo.
-
Mato
Grosso: cerca de 60% dos locais são abastecidos por
água subterrânea.
- Mato
Grosso do Sul:encontram-se melhores condições
hidrogeológicas, que conta com a ocor- rência
dos principais aquíferos da Bacia do Paraná.
A principal destinação da água
subterrânea é para o abastecimento público,
através de 500 poços tubulares.
Águas
subterrâneas na Região Norte
Caracterizadas por uma situação
hidrogeológica favorável, devido a
presença na maior parte de seu território, de
depósitos sedimentares de litologia variável,
com ocorrência de horizontes de elevada permeabilidade e
com frequentes condições de artesianismo.
A água subterrânea é quase totalmente utilizada para
o abastecimento humano nesta região. Para a
irrigação, é de aproximadamente 10% do
total; quanto ao uso industrial, é concentrado nas
maiores cidades (Belém e Manaus).
-
Amazonas:
é o que utiliza o maior volume de água subterrânea;
cerca de 25% do
total.
-
Acre: 18,7%
dos locais utilizam águas subterrâneas.
-
Rondônia:
25% dos locais utilizam águas subterrâneas.
-
Tocantins: 20% dos locais
utilizam águas subterrâneas.
-
Pará:
cerca de 79,4% dos locais (abastecimento público) são
abastecidos com água subterrâ- neas
-
Amapá:
64% utilizados no abastecimento público.
Bases Institucionais
Código
de águas (Decreto Federal 24.643, de 10.07.1934)
Assegura o uso gratuito de qualquer corrente ou nascente de
água para as primeiras necessidades da vida e impede a
derivação das águas públicas para
aplicação na agricultura, indústria e
higiene sem a existência da concessão e da
autorização nos outros casos.
Lei
das Águas (Lei 9433, de 08.01.1997)
Instituiu a Política Nacional de Recursos
Hídricos e criou o Sistema Nacional de Gerenciamento de
Recursos Hídricos.
Política
Nacional de Recursos Hídricos
Divide-se em fundamentos (ponto de partida para
implementação), objetivos (ponto de chegada),
diretrizes de ação (o caminho que deve ser
percorrido) e os instrumentos (recursos a serem utilizados).
Instrumentos
para gerenciamento dos recursos hídricos
Visam fundamentar e orientar a implementação da
Política Nacional de Recursos Hídricos e o
gerenciamento dos recursos. Deve conter: diagnóstico da
situação atual dos recursos hídricos,
análises e estudos da dinâmica
sócio-econômica, identificação de
conflitos , metas de racionalização de uso, projetos
a serem implantados, entre outros. Serão elaborados por estado ,
por bacia hidrográfica, e para o País.
Sistema
Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos
Tem por objetivos: coordenar a gestão integrada das águas,
arbitrar administrativamente os conflitos relacionados com os
recursos hídricos, implementar a Política
Nacional de Recursos Hídricos, planejar, regular e controlar o
uso, a preservação e a recuperação
dos recursos hídricos.
Conselho
Nacional de Recursos Hídricos
Recentemente implantado, tem por objetivos: promover a
articulação do planejamento de recursos
hídricos com os planejamentos nacional, regional,
estadual e dos setores usuários; deliberar sobre os projetos de
aproveitamento de recursos; acompanhar a
execução do Plano Nacional de Recursos Hídricos
e estabelecer critérios gerais para a outorga de direitos de uso
dos recursos hídricos e para cobrança pelo seu
uso.
Comitês
de Bacias Hidrográficas
Se
responsabilizam, entre outras ações, por promover o
debate das questões relacionadas aos recursos
hídricos da bacia e articular a atuação
das entidades intervenientes.
Agências
da Água (Lei 9.984, de 17 de julho
de 2000.)
Serão as responsáveis pela cobrança, pelo uso de
recursos hídricos em sua jurisdição e
exercerão a função de Secretaria
Executiva do respectivo comitê da Bacia
Hidrográfica.
Diretor-presidente:
Jerson Kelman
Diretores: Marcos Aurélio Vasconcelos de Freitas
Lauro Sérgio de Figueiredo
Benefito Pinto Ferreira Braga
Ivo Brasil
Instituições
MMA
– Ministério do Meio Ambiente
End: Esplanada dos Ministérios - Bloco B - 5o. andar
CEP 70068-900 - Brasília DF
www.mma.gov.br
SECRETARIA
DE RECURSOS HÍDRICOS - SRH/MMA
www.mma.gov.br/port/srh/capa/index.html
End: SGAN 601 Lote I - Ed. Sede CODEVASF - 4o. andar
CEP 70830-901 - Brasília DF
Tel: (61) 317-1291
E-mail: srh@mma.gov.br
ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS-ABAS
www.abas.org
Av.Brigadeiro Luiz Antonio, 317 - cj.53 São Paulo
Cep: 01317-901 Fone (11) 3104-6412
Fax (11) 3104-3406
info@abas.org
ASSOCIAÇÃO
BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS-ABRH
www.abrh.org.br
Av. Bento Gonçalves 9500
Agronomia Caixa Postal 15.029 91.501-970
Porto Alegre - RS
Tel: 51 316.66.52
Fax: 51 493.22.33
ASSOCIAÇÃO
DAS EMPRESAS DE SANEAMENTO BÁSICO ESTADUAIS-AESBE
www.aesbe.org.br
Scs QD.6 - Bloco A - ED. ERMES- 1º andar
BRASÍLIA - DF
CEP 70.300-500
Tel: (61) 226.32.99
Fax: 225.59.83
Órgãos
Responsáveis
DEPARTAMENTO
ESTADUAL DE ÁGUA E SANEAMENTO - DEAS
Presidente:
Antonio Donizetti Zanotti
Endereço: Avenida Brasil,
349, Rio Branco
CEP: 69.900-000
Telefone: (68) 223.26.29
Fax: (68) 223.26.29
COMPANHIA
DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO -CASAL
Diretor-Presidente:
João José Carvalho Endereço:
Rua de Barão Atalaia nº 200,Centro, Maceió
CEP: 57.020-510
Telefone: (82) 221.64.14
Fax: (82) 223.21.77
E-mail: aspla@casal-al.com.br
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DO AMAZONAS-COSAMA
Presidente:
Frank Abrahim Lima
Endereço: Rua Joaquim Nabuco,
2074, Manaus
CEP: 69.000-000
Telefone: (92) 622.15.40
Fax: (92) 232.34.13
E-mail: cosama@pop-am.com.br
COMPANHIA
DE ÁGUAS E ESGOTOS DO AMAPÁ - CAESA
Diretor
Presidente: Sérgio Roberto R. de La Rocque
Endereço: Av. Ernestino
Borges, 222 Macapá
CEP: 68.900-000
Telefone: (96)2127204
Fax: 96-2127205
EMPRESA
BAIANA DE ÁGUA E SANEAMENTO-EMBASA
Presidente:
José Lúcio Lima Machado
Endereço: Av. Luiz Viana
Filho s/nº ,4ª Avenida ,CAB Salvador
CEP: 41.750-30
Telefone: (71) 387-2000 / 371-0489 /
372-4840
Fax: (71) 230-1414
E-mail: dp-embasa@embasa.ba.gov.br
COMPANHIA
DE ÁGUA E ESGOTO DO CEARÁ - CAGECE
Diretor Presidente: Edinardo Ximenes Rodrigues
Endereço: Av. Dr. Lauro
Vieira Chaves, 1030 - Aeroporto Fortaleza
CEP: 60.420.280
Telefone: (85)247-2422
Fax: (85)272-6929
E-Mail: ascom@cagece.com.br
COMPANHIA DE SANEAMENTO DO DISTRITO FEDERAL-CAESB
Presidente: Fernando Rodrigues Ferreira Leite
Telefones: (61) 325.72.77 / 325.71.44
Fax: (61) 325.71.78
E-mail: ascs@caesb.df.gov.br
COMPANHIA ESPIRITO-SANTENSE
DE SANEAMENTO-CESAN
Diretor-Presidente: Cláudio de Moraes Machado
Endereço: Av. Governador
Bley, 186, Ed. Bemge, Centro, Vitória
CEP: 29.010-150 Telefone: (27)
223.13.41
Fax: (27) 322.45.51
E-mail: comunica@cesan.com.br
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DE GOIÁS-SANEAGO
Diretor-Presidente: Geraldo Ferreira Félix de Souza
Endereço: Fued José
Sebba- Antiga Av.,Goiânia
Telefone: (62) 243.31.01
Fax: (62) 218.16.54
COMPANHIA
DE ÁGUAS E ESGOTOS DO MARANHÃO-CAEMA
Presidente:José Lauro Bezerra Braga
Endereço: Silva Jardim, 307,
Centro, São Luíz
CEP: 65.020-906
Telefone: (98) 232.33.88 Fax: (98)
232.21.54
E-mail: caemdeqt@wac.com.br
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DO MATO GROSSO-SANEMAT
Diretor-Presidente:
Adair da Silva Leite
Endereço: Avenida Presidente
Getúlio Vargas,1426, Cuiabá
CEP:78.000-000
Telefone: (65) 653.29.29
Fax: (65) 653.19.86
SANESUL-EMPRESA
DE SANEAMENTO S.A
Diretor-Presidente: Semy Alves Ferraz
Endereço: Rua Euclides da
Cunha, 975, Jardim Estados, Campo Grande
CEP: 79.020-230
Telefone: (67) 726.78.78
Fax: (67) 726.58.58
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS - COPASA
Presidente:
Marcello Siqueira Diretor Técnico: Rubens Coelho de o Mello
Telefone: (31) 250.20.24
Fax: (31) 250.16.64
E-mail: drtm@copasa.com.br
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DO PARÁ-COSAMA
Presidente:
Ramiro Jayme Bentes
Endereço: Av.
Magalhães Barata, 1201, Belém
CEP: 66.000-000
Telefone: (91) 226.07.73
Fax:(91) 226.27.39
COMPANHIA
DE ÁGUA E ESGOTOS DO ESTADO DA PARAÍBA
Diretor - Presidente: Aracilba Alves da Rocha
Endereço: Rua Feliciano
Cirne, s/n, Jaguaribe, João Pessoa
CEP: 56.051-510 Telefone: (83)
241.24.10
Fax: (83) 241.32.18
E-mail: diropera@netwaybbs.com.br
COMPANHIA DE ÁGUA E ESGOTOS DO ESTADO DA PARANÁ
Diretor-Presidente:
Carlos Afonso Teixeira de Freitas
Endereço: Rua Engenheiro
Rebouças, 1376, Curitiba
CEP: 80.215-900 Telefone: (41)
330.30.23 Fax: (41) 333.33.12
E-mail: sanepar@sanepar.pr.gov.br
COMPANHIA
PERNAMBUCA DE SANEAMENTO-COMPESA
Presidente:
Gustavo da Mata Pontual Sampaio
Endereço: Avenida Cruz de
Cabugá,1387, Santo amaro, Recife
Telefone: (81) 431.30.92
Fax: (81) 421.27.12
E-mail: pr.compesa@fisepe.pe.gov.br
COMPANHIA
DE ÁGUAS E ESGOTOS DO PIAUÍ - AGESPISA
Diretor
Presidente: Carlos Roberto Bucar e Brayner
Endereço: Av. Presidente
Humberto de Alencar Castelo Branco, 101 Teresina
CEP: 64.000-000 Telefone: 86)
221-4655
Fax: (86)221-8188
E-Mail: agespisa@mnnet.com.br
COMPANHIA
ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS-CEDAE
Presidente:
Marcos Helano Fernandes Montenegro
Endereço: Rua Sacadura
Cabral, 103, 9º andar, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 518.28.65 / 296.11.27
Fax: (21) 283.11.94
COMPANHIA
DE ÁGUAS E ESGOTOS-CAERN
Presidente: Lúcio de Medeiros Dantas Júnior
Endereço: Av. Alexandrino Alencar nº1399 - Cx. Postal 280
Natal
CEP: 59.015-350
Telefone: (84) 221-4236
Fax: (84) 211-3190
COMPANHIA
RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO CORSAN
Presidente:
Dieter Wartchow
Endereço: Rua Caldas
Júnior, 120, 18º andar, Centro, Porto Alegre
Telefone: (51) 215.56.77 / 215.45.38
Fax: (51) 227.10.81
E-mail: ascom@corsan.com.br
COMPANHIA
DE ÁGUAS E ESGOTOS DE RORAIMA-CAER
Presidente: Edmir Cordeiro de Melo Rua: Melvin Jones, 260, São
Pedro, Boa Vista
CEP: 69.306-610
Telefone: (95) 62.31,57
Fax: (95) 62.31.18
E-mail: caer@mandic.com.br
COMPANHIA
DE ÁGUAS E ESGOTOS DE RONDÔNIA-CAERD
Presidente: Vulmar Nunes Coelho
Endereço: Avenida Calama,
1118, Olaria, Porto Velho
CEP: 70.900-000
Telefone: (69) 223.33.64
Fax: (69) 222.26.11
COMPANHIA
CATARINENSE DE ÁGUA E SANEAMENTO-CASAN
Presidente: Aristorides Vieira Stadler
Endereço: Rua Emílio
Blum,83, Centro, Florianópolis
CEP: 88.020-010 Telefone: (48)
221.50.00
Fax: (48) 221.50.44
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE SÃO PAULO
Presidente:
Ariovaldo Carmignani
Endereço: Costa Carvalho,
300, Pinheiros, São Paulo
Telefone: (11) 3030.4200 / 3030.
4201
Fax: (11) 813.35.87
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DE SERGIPE
Presidente: Gilmar de Melo Mendes Diretor Técnico: Marcelo Luiz
Monteiro
Endereço: Rua Campo do Brito,
331, Praia 13 de julho, Aracajú
Telefone: ( 79) 222.80.59 /
211.44.38 / 211.63.43
COMPANHIA
DE SANEAMENTO DE TOCANTINS-SANEATINS
Diretor-Presidente: Waterloo Vieira Fonseca
Endereço: Praça dos
Girassóis, 11, Palmas
CEP: 77.000-000
Telefone: (63) 218.34.06
Fax: (63) 218.34.09
E-mail: saneatins.sede@usa.net |